É verdade, não tem idade
O coração bate
A gente não entende
É verdade, está em qualquer parte
Um sorriso que abre
A gente nem pretende
Simplesmente acontece
Até pra quem mente
Até pra quem foge
Até pra quem teme
Mas o que acontece
Nessa vida indolente
A velocidade massacra
E é a gente que perde
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Minutos

Um lábio, um passo
O traço no sorriso delgado
Um passo, um tempo escasso
Adrenalina no coração pulsante disparado
Um olhar, um toque
O movimento da irís castanha
Um toque, reação, contrachoque
Intenção que cresce sem qualquer barganha
Uma tez, um cheiro
A prova do cravo na ponta da língua
Um cheiro, um suspiro
O frio do gelo percorrendo a espinha
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Simpatista

(11/10/10)
Às coisas que são gratuitas, um VIVA!!!
Pelo seu valor inestimado
Pela sensação de simpatia
Pelos sentimentos bárbaros
Às coisas que não têm tempo, um VIVA!!
Pelo gosto da boa preguiça
Pelo tardar inespressivo da hora
Pelo descaso com a correria
Às coisas sem rumo, um VIVA!!
Pela desprentenção com a meta
Pela vivacidade do agora
Pelo desalinho das propostas
Às coisas que fogem do padrão, um VIVA!!!
Apatia

(Em 15/02/04)
Não faz sol lá fora
E ela, lá dentro, estava só breu
Faz frio mundo afora
E ela tinha um calafrio que simplesmente aconteceu
Se riam de alegria
Sorria por aparência
Se esbanjavam energia
Concentrava decadência
Verde era mato
Céu, ilusão
Mar era perigo
Com pessoas tinha solidão
Se a paixão existia
Só lhe deixaram a dor
Se a tentativa por amor persistia
Só alimentava-se de rancor
E o vento soprava
E o universo seguia seu percurso
E nada lhe consolava
Seu viver era puro discurso
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Mais uma Vez
É verdade: não tem idade
O coração bate
A gente muitas vezes não entende
É verdade: está em qualquer parte
Um sorriso se abre
A gente nem sempre pretende
Simplesmente acontece
Até pra quem nega e mente
Até pra quem usa máscara
Até pra quem teme
É verdade: a pele que sente
Uma ação inconsciente
As gente muitas vezes fica repelente
É verdade: a carne treme
Um frio que se estende
A gente nem sempre aprende
Simplesmente acontece
Até numa vida indolente
Até na velocidade que massacra
Até para quem nem percebe que perde
E a roda gira mais uma vez...
O coração bate
A gente muitas vezes não entende
É verdade: está em qualquer parte
Um sorriso se abre
A gente nem sempre pretende
Simplesmente acontece
Até pra quem nega e mente
Até pra quem usa máscara
Até pra quem teme
É verdade: a pele que sente
Uma ação inconsciente
As gente muitas vezes fica repelente
É verdade: a carne treme
Um frio que se estende
A gente nem sempre aprende
Simplesmente acontece
Até numa vida indolente
Até na velocidade que massacra
Até para quem nem percebe que perde
E a roda gira mais uma vez...
domingo, 27 de setembro de 2009
Perdido
Se você sabe como encontrar a felicidade, me explica?
Porque não estou feliz e quero voltar a sorrir...
Se você sabe como encontrar alguém, me inspira?
Porque estou sozinho e não sei pra onde ir...
Se você sabe como curtir um dia de sol, me encontra?
Porque meus dias estão nublados e me falta cor...
Se você sabe a direção dos raios de sol, me aponta?
Porque estou sozinho e me falta amor...
Se você sabe onde estou, me busca?
Porque não sei mais a rotação da minha vida...
Se você sabe pra onde vou, me ajuda?
Porque quero um recomeço ao invés uma nova despedida...
Porque não estou feliz e quero voltar a sorrir...
Se você sabe como encontrar alguém, me inspira?
Porque estou sozinho e não sei pra onde ir...
Se você sabe como curtir um dia de sol, me encontra?
Porque meus dias estão nublados e me falta cor...
Se você sabe a direção dos raios de sol, me aponta?
Porque estou sozinho e me falta amor...
Se você sabe onde estou, me busca?
Porque não sei mais a rotação da minha vida...
Se você sabe pra onde vou, me ajuda?
Porque quero um recomeço ao invés uma nova despedida...
sábado, 27 de junho de 2009
Boca
Os olhos não encontram o que querem ver
Na pele, o arrepio do não tocado
O corpo abraça o travesseiro sem calor
É possível que a força queira esmaecer
E que o riso esteja amarrotado
Mas a boca úmida ainda tem sabor
A fluidez natural, agora encontra resistência
Kama, Karma, Sutra escondido
Na garganta, a timidez ganha terreno
É uma nova fase de resiliência
E do kundalini adormecido
Mas a boca úmida ainda tem veneno
Das Noites em claro aos dias apagados
Das estrelas que não são compreendidas
Aos rastros eternecidos
Um adeus aos gestos encouraçados
Às angústias, minhas despedidas
Porque minha boca...
Minha boca úmida está repleta de sentidos
Açuradada de gemidos...
Na pele, o arrepio do não tocado
O corpo abraça o travesseiro sem calor
É possível que a força queira esmaecer
E que o riso esteja amarrotado
Mas a boca úmida ainda tem sabor
A fluidez natural, agora encontra resistência
Kama, Karma, Sutra escondido
Na garganta, a timidez ganha terreno
É uma nova fase de resiliência
E do kundalini adormecido
Mas a boca úmida ainda tem veneno
Das Noites em claro aos dias apagados
Das estrelas que não são compreendidas
Aos rastros eternecidos
Um adeus aos gestos encouraçados
Às angústias, minhas despedidas
Porque minha boca...
Minha boca úmida está repleta de sentidos
Açuradada de gemidos...
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