Muitas vezes nós tentamos viver de forma responsável mentiras óbvias
E não podemos dizer ao nosso coração com se sentir
Às vezes nosso coração nos guia para lugares que pensamos que não queremos ir...
E o odiamos por isso
E às vezes nosso coração pode ser a coisa mais preciosa que temos
Às vezes ele faz com que nos sintamos miseráveis, zangados, excitados e confusos...
Tudo ao mesmo tempo
Mas, pelo menos, nosso coração está aberto
Nos faz sentir
Respirar
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Fodido de novo...
Queria, realmente, jogar um feitiço, colocar um freio, mudar teu desejo. Mas de tudo isso nada é possível, viável, aceitável ou justo. Daí, deixo essas vontades para o nível do abstrato e do inexequivel. Acho que me apaixonei novamente. Mas é bom parar de devaneio, afinal, sou leonino, meu ascendente é escorpião e já passei dos quarenta... E porque, como já percebi, no campo do factível, para nós, só o não existe.
sábado, 5 de março de 2011
FELINO
Não posso fazer de conta que ainda é cedo porque simplesmente não vim ao mundo a passeio. Pra mim é tarde, já vou indo. Preciso ir embora. Não me culpe, pois eu quis dizer, você não quis acreditar que tudo tinha mudado. Eu bem que te avisei, e nesse caso era para levar a sério, o nosso caso de amor.
Você não sabe quantas coisas mais eu faria pra continuar te fazendo feliz além do que já tinha feito. Mas agora não da mais pra dizer que me adora, que me acha foda.
Não serei mais seu corsário preso. Vou partir a geleira azul da solidão, buscar a mão do mar, ma arrastar até o mar, procurar o mar. Eu não vou mais correr demais só pra te ver, meu bem. Também não vou mais me zangar nem de ciúme chorar... Porque não quero mais viver ao seu lado. E se um outro cabeludo aparecer na sua rua. Se isso te trouxer saudades minha. Adivinha? A culpa é sua.
Desculpe o auê, você dizia, que não queria me magoar, que tinha sido ciúme, que tinha perdido a cabeça... Que era pra eu esquecer. Mas eu não podia mais alimentar aquele amor tão louco. Era um sufoco. E eu até tinha mil razões para lhe perdoar: por amar. Mas não deu... Deixei de lado aquele baixo astral, ergui a cabeça, enfrentei o mal e agindo assim foi vital para o meu coração. Se em cada experiência a gente aprende uma lição. Só sei que agora eu vou cuidar mais de mim.
Não vou mais ficar ali caído. Um mar de dor, que arde sozinho. Eu já chorei um rio, mas não guardei rancor... Levantei, sacudi a poeira e dei a volta por cima. Então resolvi mudar. Este caso realmente não tinha mais solução. Não vou ficar agindo como fera ferida nem no corpo nem na alma nem no coração. Agora eu sou o negro, negro gato.
Você não sabe quantas coisas mais eu faria pra continuar te fazendo feliz além do que já tinha feito. Mas agora não da mais pra dizer que me adora, que me acha foda.
Não serei mais seu corsário preso. Vou partir a geleira azul da solidão, buscar a mão do mar, ma arrastar até o mar, procurar o mar. Eu não vou mais correr demais só pra te ver, meu bem. Também não vou mais me zangar nem de ciúme chorar... Porque não quero mais viver ao seu lado. E se um outro cabeludo aparecer na sua rua. Se isso te trouxer saudades minha. Adivinha? A culpa é sua.
Desculpe o auê, você dizia, que não queria me magoar, que tinha sido ciúme, que tinha perdido a cabeça... Que era pra eu esquecer. Mas eu não podia mais alimentar aquele amor tão louco. Era um sufoco. E eu até tinha mil razões para lhe perdoar: por amar. Mas não deu... Deixei de lado aquele baixo astral, ergui a cabeça, enfrentei o mal e agindo assim foi vital para o meu coração. Se em cada experiência a gente aprende uma lição. Só sei que agora eu vou cuidar mais de mim.
Não vou mais ficar ali caído. Um mar de dor, que arde sozinho. Eu já chorei um rio, mas não guardei rancor... Levantei, sacudi a poeira e dei a volta por cima. Então resolvi mudar. Este caso realmente não tinha mais solução. Não vou ficar agindo como fera ferida nem no corpo nem na alma nem no coração. Agora eu sou o negro, negro gato.
sábado, 6 de novembro de 2010
Ser solteiro

Ser solteiro é uma tarefa árdua, sobretudo nas grandes cidades... Tarefa grandiosa para os que se consideram vencedores e penosa para os que têm a idéia de fracasso constante. E não há fórmulas para se dar bem.
Mas, independente de como se vê a solteice, não há medidas exatadas para se sair dela. O que pode ser um bom tempero para alguns é picante demais ou sem gosto para outros... Não há como se preparar para acertar.
Não há fórmulas de atitude, estilo, postura. Cada um busca no outro algo muito particular, essencial, especial. E tem a ver com o que esse outro identifica como aprazível para ele: pode ser excesso, falta ou equilíbrio...
Pois é, nessa vida de solteiro e solteira, há duas situações: ou se quer ou se diz que não quer um relacionamento.
Particularmente, acho que quem diz que não quer foge da responsabilidade de cuidar. Mas essa é uma visão muito minha e pode não ser compartilhada por ninguém.
Os que dizem querer demoram até encontrar o par que também quer ou enfrentam a longa fila dos que não querem. É inerente a busca constante seja por algo fugaz, seja por algo duradouro.
Refletir sobre isso é importante porque traz uma visão das atitudes que tomamos, dos lugares que frequentamos, das pessoas que atraimos... É difícil esse exercício, pois junto com ele vem a percepção de si mesmo e o nítido desenho dos padrões que repetimos. Há de se aventurar nessa empreitada por mais que neguemos a necessidade.
Definitivamente ser solteiro requer preparo. Do contrário caímos nas armadilhas criadas por nós mesmos... E, sinceramente, prefiro o desafio da construção de um relacionamento.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Correria

Acorda muleke, já são seis!!!
A perna por cima
Desce a escada
Erra a porta
Cai na privada
Chuveirada correndo
Jejum pra sangria
Consulta bem cedo
Frio na barriga
Ufff! Nem começou o dia!
Volta pra casa
PC tartaruga
Texto ruim
Internet não “pluga”
Ai!!! A manhã acabou!
Kbyte, pendrive
Almoço no microodas
Mordida e teclado
O sol tá danado
Ui! Só tem 24horas nesse dia?
Sérgio Franco
Amigo do peito
Sorriso estampado
Deu tudo certo
Iuuuupi!!! Fiz tudo direitinho!!!
Feijão de molho
Toma mais banho
Separa pedido
CEMED de novo
Delícia, ginástica Holística!!!
Corpo suado
Puxa ferro
Estica o corpo
Alongaaaaaaaaaaaa
Corre! Trinta minutinhos de esteira...
Tem uma vaga
Turma terça e quinta
Xô, hidro
Vem natação
Queimei o feijão!!!
Prepara outra coisa
Come sem feijão
Ainda assim ‘tava’ bom
Cozinha não para
Terminar, terminar!!!
Mang e Roc
Dupla dinâmica
Termino hoje
Medição, medição
Troço, treco... Ô, coisa!
Prepara DVD
Friozinho chegando
Aparelho carregando
Trim-trim! Trim-trim!
Pisa no freio, já são vinte e duas!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Emburrado!!
Tão afastado daqui... Tantas coisas pra fazer e pensar que passei esse tempo todo sem registrar uma palavrazinha sequer. Nossa!!! Tanta coisa acontecendo que estou com inveja da Idade Média... E essa inveja é complicada de explicar. Inveja por dizerem que foi a era das trevas, na qual nada acontecia... E boa também porque foi um período que gerou milhares de contos fantásticos... Surreais...
Essa minha vidinha recebeu uma dose extra de realidade galopante... Por demais, isso! Bom, se já não bastassem as intempéries normais de se viver no capitalismo de uma metrópole como a do Rio, e bancar caro a comida, a bebida e a comida de cada dia... Chegaram mais remédios...
Gentem!!! Que-que-isso!!! A minha idade média (40) trouxe um peso bem generoso: o peso nos bolsos, de carregar a "marmita" maior de remédios pra pressão, pro glicose... Pra onde quer que eu vá, inclusive em FDS e feriados... Nas férias também... O peso da consciência do "não poder mais de tudo": aquela coxinha fritinha com catupiry, aquele doce de leite com côco, aquela quantidade farta no prato do almoço...
Chegaram à minha geladeira os alimentoes dietéticos e lights... Coisa fresca eu poderia pensar em outros momentos... Momentos de outrora quando eu dizia: "deixo o meu corpo se curar" - quando me queriam enfiar remédio goela abaixo... ou "Até agora nada. Escapei das maldições hereditárias" - quando nos exames periódicos vinham aqueles números lindos... E lá ambaixo...
Ah, Idade Média! Volta! Traz a ignorância do ´saber exatamente o que tenho' pra eu não ter que 'saber exatamente o que fazer'! Merda! Não acho o botão nem ninguém me ouve!... Merlin?!?... Dá pra voltar, não, né?
Essa minha vidinha recebeu uma dose extra de realidade galopante... Por demais, isso! Bom, se já não bastassem as intempéries normais de se viver no capitalismo de uma metrópole como a do Rio, e bancar caro a comida, a bebida e a comida de cada dia... Chegaram mais remédios...
Gentem!!! Que-que-isso!!! A minha idade média (40) trouxe um peso bem generoso: o peso nos bolsos, de carregar a "marmita" maior de remédios pra pressão, pro glicose... Pra onde quer que eu vá, inclusive em FDS e feriados... Nas férias também... O peso da consciência do "não poder mais de tudo": aquela coxinha fritinha com catupiry, aquele doce de leite com côco, aquela quantidade farta no prato do almoço...
Chegaram à minha geladeira os alimentoes dietéticos e lights... Coisa fresca eu poderia pensar em outros momentos... Momentos de outrora quando eu dizia: "deixo o meu corpo se curar" - quando me queriam enfiar remédio goela abaixo... ou "Até agora nada. Escapei das maldições hereditárias" - quando nos exames periódicos vinham aqueles números lindos... E lá ambaixo...
Ah, Idade Média! Volta! Traz a ignorância do ´saber exatamente o que tenho' pra eu não ter que 'saber exatamente o que fazer'! Merda! Não acho o botão nem ninguém me ouve!... Merlin?!?... Dá pra voltar, não, né?
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Passou, tá passado

Não posso fazer de conta que ainda é cedo porque simplesmente não vim ao mundo a passeio. Pra mim é tarde, já vou indo. Preciso ir embora. Não me culpe, pois eu quis dizer, você não quis acreditar que tudo tinha mudado. Eu bem que te avisei, e nesse caso era para levar a sério: o nosso caso de amor.
Você não sabe quantas coisas mais eu faria pra continuar te fazendo feliz além do que já tinha feito. Mas agora não da mais pra dizer que me adora, que me acha foda. Em sua raiva por si mesmo, por favor, só não desonre o meu nome.
Não serei mais seu corsário preso. Vou partir a geleira azul da solidão, buscar a mão do mar, ma arrastar até o mar, procurar o mar. Eu não vou mais correr demais só pra te ver, meu bem. Também não vou mais me zangar nem de ciúme chorar... Porque não quero mais viver ao seu lado. E se um outro cabeludo aparecer na sua rua. Se isso te trouxer saudades minhas. Adivinha? A culpa é sua.
Desculpe o auê, você dizia, que não queria me magoar, que tinha sido ciúme, que tinha perdido a cabeça... Que era pra eu esquecer. Mas eu não podia mais alimentar àquele amor tão louco. Era um sufoco. E eu até tinha mil razões para lhe perdoa: por amar. Mas não deu... Deixei de lado aquele baixo astral, ergui a cabeça, enfrentei o mal e agindo assim foi vital para o meu coração. Se em cada experiência a gente aprende uma lição. Só sei que agora eu vou cuidar mais de mim.
Não vou mais ficar ali caído. Um mar de dor, que arde sozinho. Eu já chorei um rio, mas não guardei rancor... Levantei, sacudi a poeira e dei a volta por cima. Então resolvi mudar. Este caso realmente não tinha mais solução. Não vou ficar agindo como fera ferida nem no corpo nem na alma nem no coração. Agora eu sou o negro, negro gato...
terça-feira, 13 de julho de 2010
Sai de Retro...

Tanto tempo afastado desse blog. Quase esqueci que ele existia... Só lembrei mesmo, porque acabei de acordar de uma soneca infame - depois do jantar e antes de ir realmente dormir. Hum!... Mas foi o suficiente para SONHAR (parmem!!!) e sonhei em 30minutos. CERTAS coisas só acontecem com CERTAS pessoas... E sonhar mal pra cacete é uma delas! Daí me veio, por causa do sonho, uma vontade danada de ser quem sou, mas há uns bons anos. E se - tudo por causa desse maldito sonho - eu tivesse a oportunidade de voltar àquela época, vomitaria assim:
Se você pensa que, como um bobo, vou te perseguir
Nem sonhe. Nem pense... Não sou assim
Posso te procurar onde for, te seguir onde você quiser ir
Mas só quando eu também quiser... E for bom pra mim,
Eu me movo da minha maneira
Me coloco no mundo do meu jeito e isso quero que saiba por mim
Não espero nada de você... Desculpe, nem vem com aquela choradeira
Porque quando não quero não vou em busca... Fico no meu camarim
Se eu desejo, beijo; Se quero, tenho
Não levo rasteira, esnobo; não dou bandeira, provoco
Tenho até toda paciência do mundo... Mas se precisar, desenho
Então não se gruda. Não me amassa, que eu sufoco
Ah! Tem outro que te faça mais feliz?
Ts-ts-ts... Não adianta, não vou sofrer!
Já não sou mais nenhum aprendiz
Tenho uma lista de bocas pra me amortecer
Sem culpa. Então, sem perdão... O tempo não sabe, mas tenho pressa
Não dou mais conta de mil amores
Ando livre, sem paixões. Qual a próxima remessa?
Tenho disposição pra provar mil outros sabores
Nessa altura do campeonado, já sobrevivi a muita tentação
Então, não me venha com controle, estou eliminando as condições
Se tem uma coisa que aprendi com meu coração
É não dar mais muitas explicações
Malditos ensinamentos atrasados...!!!!
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